Lucilene Meireles
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, esta semana, 21 casos a mais de dengue clássica na Paraíba, o que representa um aumento de 27,27% em comparação com o acumulado até a semana anterior, quando havia 77 confirmações. A tendência é de aumento no total de notificações neste primeiro semestre em todo o Estado. A SES, no entanto, comemora uma redução de 83,9% no número de casos suspeitos notificados entre janeiro e março deste ano – 718 - em relação ao mesmo período do ano passado, com 4.451 notificações.
Júlia Vaz, gerente de Vigilância em Saúde da SES, explicou que as ações de monitoramento são contínuas em todos os municípios. O número de casos está abaixo da média de 75 mil, prevista pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo ela, a expectativa do MS se mantém, e a Paraíba pode ou não concretizar estes números. “Estamos realizando o trabalho em conjunto com as secretarias municipais de saúde. Nossa situação está confortável e tranquila”, garantiu.
Júlia disse que nem todas as pessoas que apresentam os sintomas buscam os serviços de saúde. Por isso, nem todos os casos são notificados. Embora reconheça a subnotificação, ela não soube estimar quantas ocorrências ficam fora das estatísticas. “Muitas pessoas que têm dengue a gente nem sabe que teve, porque não procuram o serviço de saúde”, observou. Só quando fazem a sorologia, descobrem que são reagentes.
Gripe A
Embora este ano a Paraíba tenha confirmado seu primeiro caso de Gripe A após um período de dois anos sem o registro da doença, a gerente de Vigilância em Saúde da SES, Júlia Vaz, afirmou que se tratou de um caso isolado, que acometeu um paciente da cidade de Guarabira.
Os sintomas da Gripe A, causada pelo vírus H1N1 são semelhantes aos da gripe comum e, portanto, é impossível diferenciar. Por isso, a orientação é que ao apresentar febre, dor de garganta, tosse e dificuldade para respirar, deve-se procurar o serviço de saúde para que seja feito o diagnóstico. O material é coletado na Capital e encaminhado ao Instituto Evandro Chagas, no Pará. O resultado sai em 10 dias.
Para evitar contaminação, o ideal é ter os cuidados recomendados pela SES, como lavar as mãos antes de se alimentar; não compartilhar objetos pessoais, se estiver gripado; proteger o nariz e a boca ao tossir e espirrar. A unidade de saúde de referência no tratamento da Gripe A é o Complexo de Doenças Infectocontagiosas Clementino Fraga.
Ações
Em João Pessoa, vários bairros estão recebendo armadilhas para detectar os locais com maior incidência. Esse trabalho também vem sendo realizado pelas secretarias de saúde dos demais municípios paraibanos. A gerente explicou que o objetivo é verificar onde há postura, o que configura maior risco de proliferação do mosquito Aedes Aegypt. Para reforçar esse trabalho, a SES vai iniciar um trabalho preventivo nas escolas, na próxima sexta-feira (30), com a distribuição de jogos educativos.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, esta semana, 21 casos a mais de dengue clássica na Paraíba, o que representa um aumento de 27,27% em comparação com o acumulado até a semana anterior, quando havia 77 confirmações. A tendência é de aumento no total de notificações neste primeiro semestre em todo o Estado. A SES, no entanto, comemora uma redução de 83,9% no número de casos suspeitos notificados entre janeiro e março deste ano – 718 - em relação ao mesmo período do ano passado, com 4.451 notificações.
Júlia Vaz, gerente de Vigilância em Saúde da SES, explicou que as ações de monitoramento são contínuas em todos os municípios. O número de casos está abaixo da média de 75 mil, prevista pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo ela, a expectativa do MS se mantém, e a Paraíba pode ou não concretizar estes números. “Estamos realizando o trabalho em conjunto com as secretarias municipais de saúde. Nossa situação está confortável e tranquila”, garantiu.
Júlia disse que nem todas as pessoas que apresentam os sintomas buscam os serviços de saúde. Por isso, nem todos os casos são notificados. Embora reconheça a subnotificação, ela não soube estimar quantas ocorrências ficam fora das estatísticas. “Muitas pessoas que têm dengue a gente nem sabe que teve, porque não procuram o serviço de saúde”, observou. Só quando fazem a sorologia, descobrem que são reagentes.
Gripe A
Embora este ano a Paraíba tenha confirmado seu primeiro caso de Gripe A após um período de dois anos sem o registro da doença, a gerente de Vigilância em Saúde da SES, Júlia Vaz, afirmou que se tratou de um caso isolado, que acometeu um paciente da cidade de Guarabira.
Os sintomas da Gripe A, causada pelo vírus H1N1 são semelhantes aos da gripe comum e, portanto, é impossível diferenciar. Por isso, a orientação é que ao apresentar febre, dor de garganta, tosse e dificuldade para respirar, deve-se procurar o serviço de saúde para que seja feito o diagnóstico. O material é coletado na Capital e encaminhado ao Instituto Evandro Chagas, no Pará. O resultado sai em 10 dias.
Para evitar contaminação, o ideal é ter os cuidados recomendados pela SES, como lavar as mãos antes de se alimentar; não compartilhar objetos pessoais, se estiver gripado; proteger o nariz e a boca ao tossir e espirrar. A unidade de saúde de referência no tratamento da Gripe A é o Complexo de Doenças Infectocontagiosas Clementino Fraga.
Ações
Em João Pessoa, vários bairros estão recebendo armadilhas para detectar os locais com maior incidência. Esse trabalho também vem sendo realizado pelas secretarias de saúde dos demais municípios paraibanos. A gerente explicou que o objetivo é verificar onde há postura, o que configura maior risco de proliferação do mosquito Aedes Aegypt. Para reforçar esse trabalho, a SES vai iniciar um trabalho preventivo nas escolas, na próxima sexta-feira (30), com a distribuição de jogos educativos.
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