Eduardo Paredes estava preso no 5º BPM desde 24 de janeiro deste ano.
Ele é acusado de matar a defensora geral Fátima Lopes.
Paredes foi solto após cerca de três meses preso nacarceragem do 5º BPM (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Na ocasião o delegado Nélio Carneiro que investigava o caso da morte da comerciante afirmou não restar dúvidas de que Eduardo Paredes dirigia o veículo que atropelou e matou Maria José na noite do dia 21 de julho de 2010, na Avenida Hilton Souto Maior, em Mangabeira. Paredes é réu no processo referente à morte da defensora pública da Paraíba, Fátima Lopes, em acidente de trânsito ocorrido em 2010. Ainda segundo o delegado na época do acidente, o crime contra Maria José foi praticado cinco meses depois e em circunstâncias semelhantes.
Caso Fátima Lopes
O acidente com a comerciante aconteceu cinco meses após a morte da então defensora geral da Paraíba. Em 24 de janeiro de 2010, por volta das 6h, a caminhonete de Eduardo Paredes bateu no carro da então defensora pública-geral, Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima. E a suspeita é que ele estaria embriagado.
O acidente foi no cruzamento das avenidas Epitácio Pessoa com a Prefeito José Leite, sentido Centro-Praia, em João Pessoa. Devido à violência da colisão, Fátima Lopes morreu e seu marido, Carlos Marinho de Vasconcelos Correia Lima, ficou gravemente ferido.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, Eduardo Paredes é acusado de cometer homicídio doloso, quando há intenção de matar. Ele teria ultrapassado o sinal vermelho, dirigido em alta velocidade e sob efeito de bebida alcoólica, assumindo o risco de uma morte.
O réu chegou a ser detido no Centro de Ensino da Polícia Militar, mas a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça concedeu o habeas corpus em março de 2010. Anna Carla Lopes, filha de Fátima Lopes, disse que espera a prisão. "Vamos ver se ele vai ser preso. É uma vitória nessa guerra que a gente vem enfrentando. Vamos ver se a polícia o encontra", disse.
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